sábado, março 15, 2003

Opa!

Putz! Demorei um tempão pra encontrar um nome mais ou menos decente pra isso aqui! Todos os que eu havia tentado estavam ocupados, então tive que recorrer a esse mesmo. Vocês devem estar pensando que eu não sou nada criativo, mas estão certos.
Se querem saber o que haverá nesse blog para ler, não posso falar nada, porque a cada dia pode ter algo diferente, mas nunca seguindo uma trajetória certa ou falando apenas de um assunto.

Agradecimentos à Tia Helena, que mesmo sem me falar nada, acabou me tornando disposto a criar um blog. Clica aí no nome dela e entra no blog que ela tem há bastante tempo, e vai saber por que eu criei esse aqui também... Resposta: nada pra fazer!

Mas não é só porque eu não tenho o que fazer! Claro que vai ter algum conteúdo aqui, mesmo que pouco, mas pode ser interessante.

Obs.: Klaxon, para quem não sabe, foi uma revista fruto da Semana de Arte Moderna. Seu primeiro número circulou no dia 15 de maio de 1922. Ela trouxe inovações gráficas, além de trazer propagandas sérias (como a dos Chocolates Lacta) e satíricas também (como a do Panuosopho, Peteromnium & Cia. - uma fábrica internacional de sonetos). A palavra Klaxon era o termo usado para referir-se à buzina dos externa dos automóveis, pedindo passagem. [Apesar disso tudo, não gosto de literatura.]

Aí vai um trecho da Klaxon, que encontrei na internet:

"Klaxon sabe que a vida existe. E, aconselhado por Pascal, visa o presente. Klaxon não se preocupará de ser novo, mas de ser atual. Essa é a grande lei da novidade.
(...)
Klaxon sabe que o progresso existe. Por isso, sem renegar o passado, caminha para adiante, sempre, sempre. (...)
Klaxon não é exclusivista. Apesar disso jamais publicará inéditos maus de bons escritores já mortos.
Klaxon não é futurista.
Klaxon é Klaxista.
(...)
Klaxon cogita principalmente de arte. Mas quer representar a época de 1920 em diante. Por isso é polimorfo, onipresente, inquieto, cômico, irritante, contraditório, invejado, insultado, feliz."

Até mais!